Nós, humanos


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     Para iniciar este post, nada melhor do que a frase do filósofo Sócrates: "Conhece-te a ti mesmo e descobrirá o universo e os deuses". Mas o que isso tem a ver com arte? Bom, falar da arte de viver nos leva a duas obras de arte que gostaria de indicar, ambas com o mesmo nome, "Human". A primeira, uma música do cantor Rag'n'Bone Man, a segunda, um documentário, de Yann Arthus-Betrand.
     O documentário, de 2015, apresenta vários depoimentos sobre as diversas experiências de 110 pessoas apresentadas, de 65 países, com entrevistas divididas em temas como amor, migração e pobreza, por exemplo. Entre eles, a brasileira Maria, fala sobre o que é pobreza para ela, e conta um pouco sobre sua vida. Bom, nada mais justo do que compartilhar este trecho com vocês para aprofundar no assunto.


     Além de Maria, outros depoimentos tocam bastante e nos fazem perceber como tudo depende de sua perspectiva, não? Somos construídos dentro de grupos e baseados em costumes, tradições e crenças, mas cabe a nós lembrar, somos todos humanos. O quão clichê é essa frase? De quantas formas ela pode ser usada? Bom, a questão é: como você enxerga isso?
     Para falar mais sobre isso, que tal compartilhar agora o clipe da música de Rag'n'Bone Man?


"Olhe-se no espelho
E o que você vê agora
Você vê mais claramente
Ou você está enganado
Imerso no que você acredita?"

     O trecho da música lembra bastante uma citação de Descartes: "Penso, logo existo", na qual pode ser entendida como, tudo o que você imagina, existe, e você transforma seus ideais na absoluta verdade. Mas, ainda, por mais importante que isso seja para nossa existência, será que conhecemos "outras verdades"? Será que a realidade que existe para você é válida para dona Maria? Certamente não. 
     Então, por que não sair da frente do nosso espelho e olhar ao redor, e observar o que o outro vive, e o que ele é? Talvez, para nos aprofundarmos e construirmos nosso interior, é preciso voltar às margens para ver qual direção seguir, afinal, buscar novas formas de entender não o torna raso, mas imerso no seu verdadeiro significado. 
     O clipe não é dos melhores, mas a música compensa com o ritmo e a bela voz do Rag'n'Bone Man. As letras do compositor costumam abordar as relações humanas, como "Skin" e "As You Are" também.
     Bom, o post de hoje foi apenas uma reflexão para compartilhar com vocês. Independente da opinião de cada um, acreditem, o documentário e a música são ótimos! O documentário está disponível na Netflix e no YouTube para alugar, já para a sua playlist, pode ficar tranquilo que a música está lá no Spotify.

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